6 Curiosidades sobre o Museu Oscar Niemyer em Curitiba

Atualizado: Ago 4



O Museu Oscar Niemeyer (MON) lançou uma série nas redes sociais que conta um pouco mais sobre a arquitetura e o processo de construção do Museu. Os posts temáticos fazem parte da ampla programação virtual, com conteúdo educativo e dinâmico, que a instituição tem oferecido ao público desde o início da quarentena, em março.


Às sextas, as redes sociais do MON trazem curiosidades sobre a arquitetura e construção do Museu.


Aproveita esse período de quarentena para conhecermos um pouco mais sobre a História do Museu que é um dos principais atrativos turísticos da capital do Paraná!


Segue aqui algumas das curiosidades já trazidas pelo Instagram do MON



1. Maior museu de arte da América Latina, com 35 mil metros quadrados de área construída e 17 mil de áreas expositivas




2. O MON é uma das mais arrojadas e espetaculares obras projetadas por Oscar Niemeyer.


Essa foto do por do sol em frente ao Museu, mostra um pouco de sua suntuosidade. Os traços marcantes do arquiteto Niemyer desenhou esse monumento. O anexo, que se assemelha a um olho e o vão livre formam um conjunto incomparável e programa imperdível na capital do Paraná.



3. O processo de construção do prédio do Olho, num intenso trabalho que durou seis meses ao longo de 2002



4. prédio foi idealizado por Niemeyer para ser a nova instalação do Instituto de Educação do Paraná (IEP). Este, entretanto, nunca chegou a funcionar no local


Outro post da série conta que tal prédio foi idealizado por Niemeyer para ser a nova instalação do Instituto de Educação do Paraná (IEP). Este, entretanto, nunca chegou a funcionar no local. Quando a obra foi concluída, em 1978, o prédio passou a servir como sede das secretarias do Estado do Paraná, papel exercido até o início dos anos 2000, quando começaram as negociações para a transformação do espaço num museu de arte.


5. Oscar Niemeyer tinha então 93 anos quando projetou o MON


Oscar Niemeyer, em 1968

6. Possui a mais significativa coleção asiática da América Latina.


Com curadoria do colecionador e Teixeira Coelho, a exposição reúne raridades de forte conteúdo simbólico, vindas de países como China, Japão, Índia, Paquistão, Butão, Irã, Afeganistão e Myanmar. Há peças como as cerâmicas do Vale do Indo, com cerca de 7 mil anos (VIII milênio a.C.), gravuras japonesas e indianas, o espírito protetor de Jade (guardião de túmulo) do período neolítico chinês, além de adornos e outros artefatos da Ásia Central.



com informações da assessoria MON. créditos Nani Góis/






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